Hoje um livro que li na adolescência me caiu nas mãos – não pergunte quantos anos atrás o li a primeira vez, pois seria indelicado (hehehehe).
O livro em questão é do Paulo Coelho: “As margens do Rio Piedra eu sentei e chorei”. Ele conta uma história de amor. Fiquei impressionada como tanto tempo depois de ler esta história, ela me tocou da mesma maneira.
A verdade é que a busca pelo AMOR e pela FELICIDADE é algo que mora no coração de toda mulher.
Hoje analiso o texto de maneira diferente. E fica claro o porque das críticas ao texto de Paulo Coelho. Ele é simplista, mas isto é compensado pela maneira como ele cativa seus leitores.
Em determinado momento ele diz: “a felicidade pode ser uma benção, mas em geral é uma conquista”.
Adoro pensar desta forma. A sua vida não depende de sorte e sim de você.
Fala do papel da vítima – que muitas vezes nos colocamos (não nunca o fez, que atire a primeira pedra).
E mais importante, fala do medo de tentar, de arriscar. Muitas vezes buscamos um emprego seguro, uma relação estável, não só por comodidade, mas também por medo.
A famosa zona de conforto, que nos deixa estagnados e presos a vida que está mais ligada a sobrevivência que a vivência.
Passamos por nossos dias como espectadores, críticos e cínicos que comentam, mas não assumem nem vivem, só culpam.
E os culpados podem ser o tempo, a roupa – ou falta dela – a gordurinha a mais, alguns chegam a culpar seus companheiros por suas infelicidades, mas a verdade é que a felicidade está dentro de nós e não fora.
Ela pode acontecer por sorte ou coincidência e acabar sendo uma benção, mas no geral ela se dá na busca de si. Na aceitação de ser quem é.
Bom final de semana!
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