domingo, 30 de maio de 2010

ühaaaaaäääää

oi linds, estou com saudades!
vivi muito lindo o que escreveu, me mando o livro, quero ler!!!
eu sai onte, esto morta!
depois ponho as fotos!
amo vs

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Mais uma sobre felicidade...

Hoje um livro que li na adolescência me caiu nas mãos – não pergunte quantos anos atrás o li a primeira vez, pois seria indelicado (hehehehe).
O livro em questão é do Paulo Coelho: “As margens do Rio Piedra eu sentei e chorei”. Ele conta uma história de amor. Fiquei impressionada como tanto tempo depois de ler esta história, ela me tocou da mesma maneira.
A verdade é que a busca pelo AMOR e pela FELICIDADE é algo que mora no coração de toda mulher.
Hoje analiso o texto de maneira diferente. E fica claro o porque das críticas ao texto de Paulo Coelho. Ele é simplista, mas isto é compensado pela maneira como ele cativa seus leitores.
Em determinado momento ele diz: “a felicidade pode ser uma benção, mas em geral é uma conquista”.
Adoro pensar desta forma. A sua vida não depende de sorte e sim de você.
Fala do papel da vítima – que muitas vezes nos colocamos (não nunca o fez, que atire a primeira pedra).
E mais importante, fala do medo de tentar, de arriscar. Muitas vezes buscamos um emprego seguro, uma relação estável, não só por comodidade, mas também por medo.
A famosa zona de conforto, que nos deixa estagnados e presos a vida que está mais ligada a sobrevivência que a vivência.
Passamos por nossos dias como espectadores, críticos e cínicos que comentam, mas não assumem nem vivem, só culpam.
E os culpados podem ser o tempo, a roupa – ou falta dela – a gordurinha a mais, alguns chegam a culpar seus companheiros por suas infelicidades, mas a verdade é que a felicidade está dentro de nós e não fora.
Ela pode acontecer por sorte ou coincidência e acabar sendo uma benção, mas no geral ela se dá na busca de si. Na aceitação de ser quem é.
Bom final de semana!

H1N1



Vou vacinar o Ju hoje!
Prevenir ainda é melhor que remediar!

domingo, 9 de maio de 2010

Ser mãe é o melhor sentimento do mundo.



Ser mãe é o melhor sentimento do mundo.
Ver pela primeira vez aquela criatura que já amamos tanto, mesmo sem saber que cor serão seus olhos ou seu cabelo.
Como podemos amar tanto uma pessoa que nunca vimos?
Nunca vimos, mas carregamos dentro de nós.
Sentimos seu coração, sentimos crescendo, se preparando para a vida e tudo que ela oferece.
Depois vemos crescer e seguir em frente.
Ser mão não é das tarefas mais fáceis, mas com certeza é das mais gratificantes!
Parabéns a todas as mães! E principalmente a minha que passou por tantas coisas e sempre se mostrou forte para que pudessemos ser como ela!
Te amo muito, Mãe! Parabéns pelo seu DIA!

Dias Das Maes!!!

Gostaria de Passar todos os dias com Vcs, eu sinto muito a falta!
rir, brincar, sair, brigar, tudo!
quando eu era pequena, todo mundo me perguntava, que eu gosto mais?
nunda respondi esta pergunta, e nao sei ate hoje!
vcs sao muito especiais, a vivi, como ela escreve, sempre foi boa na escola, eu e a carol, nao muito, mais deu :) temos, todas um lado bom e um nao...muito bom! entendemos, quando a outra nao tem tempo, nao tem como ligar, ou escrever...
sao ja, 15 anos que nao estamos mais juntas, mas nunca nos sentimos, sosinha, sem niguen nessa vida!
eu amo vcs, e espero que seus filhos sejao como nos! nao longe, mais sempre aki!!!

FELIZ DIAS DAS MAES!!!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Happy after all

A felicidade está no que temos.
Bonito isto, não? Na verdade é lindo. Representa a valorização de quem você é.
Me lembra daquela frase do livro ou filme: Bridget Jones (primeiro): Eu gosto de você do jeito que é. Nem mais gorda, nem mais magra, nem mais esperta ou rápida, simplesmente assim: como é.
Quando você chegar neste ponto atingirá a felicidade.
E para chagar lá você não precisa malhar como a Madona, ou se alimentar como a Victoria Beckham.
Você precisa encontrar equilíbrio.
Achar um esporte que goste. Vale yoga, capoeira, natação, dança, tênis, surf.
Movimente-se. Seu corpo agradece e o espelho também.
Trace metas. Afinal o sucesso não é fruto do acaso e sim de muito trabalho.
Escolha quem você quer ser. Tome as rédeas da sua vida.
Responsabilize-se por suas atitudes e por suas decisões.
Trabalhe. Trabalhe. Trabalhe.
Ocupe a sua cabeça com coisas boas. Vale comédia romântica e cinema sozinha.
Não vale chorar as pitangas e brigadeiro para curar dor de cotovelo.
Siga em frente.
A felicidade está na busca e não apenas na conquista.
E cuidado, não seja muito dura consigo mesma.
Permita-se errar, mas não os mesmos erros.
Permita-se cair, mas aprenda com a queda.
Não quero que isto seja uma fórmula para felicidade, pois muitos a encontram em um simples passeio na praia.
Quero que sirva de exemplo de como conquistei e conquisto a minha diariamente.

Inveja mesmo, será!?

Estava lendo uma revista feminina esta semana e nela estava escrito que a maior parte das mulheres é invejosa. Que inveja as amigas, as vizinhas, as irmãs. Fiquei chocada.
É claro que todo mundo já sentiu aquela pontinha de ciúme quando a amiga emagreceu ou a irmã ganhou uma super promoção, mas dizer que isso é maior que a felicidade de ver estas pessoas vencendo, aí é demais.
É claro que quando sua vizinha começa malhar e fica maravilhosa você pensa: Eu também QUERO!
Mas isso não é inveja.
A verdade é que a nossa proximidade com nossas amigas, vizinhas, irmãs, colegas, faz com que vivamos as nossas vidas em conjunto e vê-las conquistando seu espaço faz com que queiramos o mesmo. Inveja é quando queremos o que é o do outro. E o que a maior parte das mulheres quer é ser feliz e conquistar o SEU espaço e não o de outras.
Ter ambição é uma coisa normal e pode ser até constritiva, desde que não se torne ganância, certo?
Pois com esta inveja feminina também funciona assim.
Se ao ver um casal super bacana você sente que quer um relacionamento assim, ótimo. Você está analisando e descobrindo o que quer - coisa que de fato lhe ajudará a não entrar em roubadas.
Mas se ao ver o casal super bacana você deseja que aquele namorado seja seu, aí passou do limite.
A crítica construtiva virou sermão.
O romance virou amizade.
A ambição virou ganância.
E o que você está sentindo é inveja sim.
Agora ao reler a revista, menos indignada e um pouco mais consciente deixo a dica: Não tapem o sol com a peneira. Assumam seus defeitos e sentimentos e cuidem para que a vontade de ter não se transforme na vontade de ter o de outrem.
Boa sexta-feira para todas!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Culpa de quem!?

Estes dias estava assistindo um desenho com filho: “Minha família do futuro – Disney”, quando um dos personagens levantou as duas mãos – fazendo alusão à balança – e disse levantando uma das mãos:
- Assumir responsabilidade pelos meus atos?
E depois levantando a outra mão:
- Ou culpar você? Culpar você ou assumir responsabilidade pelos meus atos? CULPAR VOCÊ! – Ele acaba decidindo.
A cena me fez parar para pensar quantas vezes nos colocamos na mesma situação.
Nos atrasamos para dormir mais 15 minutos e no transito culpamos todos, mas não assumimos responsabilidade.
Algumas religiões que me perdoem, mas tem esta como pior característica. Foi Deus que fez, ou deixou de fazer, foi Ele quem estava sendo bom ou mal para mim e para fechar chave de ouro: “Foi Deus quem me deu”. Foi nada. Fui eu quem trabalhou muito para comprar!
Não me leve a mal. Acredito que Deus, como uma energia suprema, mas também acredito em livre arbítrio.
Acredito nas escolhas e que elas nos levam por caminhos distintos.
Acredito que a vida é feita de oportunidades e escolhas e elas nos tornam quem somos.
Deus, destino, acaso, sorte influenciam sim, mas não ditam o caminho, nem a chegada.
Cada um constrói o seu caminho. Uns o fazem sobre uma bela estrada e outros sobre um chão de areia.
É fácil saber qual vai ruir, e não adianta culpar o destino ou Deus.
A final se você construiu um telhado de vidro, a culpa não é de quem jogou a pedra.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Sentido preferido

Os voyeurs que me desculpem, mas meu sentido preferido é o tato.
É claro que ver uma bela paisagem ou uma mulher realmente elegante pode ser muito prazeroso.
Apreciar um bom vinho ou uma saborosa comida caseira, mineira, italiana ou japonesa.
Sentir aquele perfume de banho recém tomado ou o aroma do mar durante um pôr-do-sol na primavera.
Ou, quem sabe ouvir uma boa música ou o som da voz do seu filho pela primeira vez. Não preço, nem emoção maior para se comparar.
Pensando em tudo isso, você pode se perguntar Afinal, por que o TATO?
A resposta e a explicação são simples: Quando éramos bebê adorávamos ser tocados. É verdade, todo neném adora massagens e muito carinho. Ele se sente reconfortado. Como se pudesse retornar ao conforto do útero materno.
Com o passar dos anos e com a conquista da tão estimada independência, vamos perdendo contato e menosprezando o tato.
A maior parte dos adultos não se tocam e quando o fazem, se limitam a simples apertos de mãos ou no máximo beijinhos nos rostos mal encostados (beijinhos que mais encontram o ar que um rosto propriamente dito).
Ainda se perguntando “Por que o TATO?”
Ok, vou explicar melhor.
Com a chegada deste tempo ‘moderno’ e ‘hi-tech’ que vivemos, muitas coisas são vistas, através de quadrados, ou seja, janelas dos carros, do quarto, do avião, ou mesmo do elevador; televisores, monitores de computador, de celular, de videogames, etc. Não interessa. A verdade é que a realidade é virtual e nela suprimos boa parte dos nossos sentidos.
Podemos ver a paisagem, ouvir o barulho do mar, e até pedir um prato, mas e o tato, como fica?
Não podemos sentir a brisa no rosto, nem os cabelos ao vento.
O tato é menosprezado, mesmo sendo tão essencial. É pela sua falta que entramos em depressão e não entendemos porquê. É pela sua ausência que muitos casamentos acabam e muitos casos começam.
Toque-se, toque os outros, toque as coisas e deixe-se ser tocado.
Abrace, beije, aperte, sinta sem medo de ser feliz.
Sabe como cheguei a esta conclusão?
Adeptas das ‘modernidades’ citadas e tantas mais, vivo longe de muitas pessoas queridas e aproveito todos os recursos possíveis para poder participar (nem que virtualmente) da vida destas pessoas. Telefono, faço vídeo-chamada, mando mensagens, sms, enfim, faço o que estiver a meu alcance. Falo, ouço, vejo, mas não toco.
Posso conviver diariamente com estas pessoas, saber se estão felizes, se algo incomoda seus pensamentos, mas não posso abraçá-las, nem reconfortá-las. E é por isso que adoro o TATO e morro de saudades de abraço querido de um beijo comprido e de um simples caminhar lado a lado.
Amo vocês, minhas irmãs queridas!